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Dia das mães

Sua mãe merece todo cuidado e carinho.
Mãe é uma mistura de tudo que há de bom não é mesmo?
Por isso a importância de cuidar sempre da saúde e se prevenir. Com o check-up fica mais fácil se prevenir contra doenças silenciosas antes que fiquem ainda mais difíceis de cuidar.
Exames laboratoriais que devem ser realizados independente de qualquer idade:
- Hemograma
- Colesterol e frações
- TGO e TGP (avaliação da função hepática)
- Exame de urina
- Glicemia
- Triglicerídeos
- Creatinina (avaliação renal)
Além disso, exames como mamografia, clínico geral, ultrassonografia, ginecologia, nutrição, eletrocardiograma e ecocardiograma são imprescindíveis para detecção de doenças ainda na fase precoce e podem salvar a vida daquela que te deu a vida.

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O que é anemia?

Anemia é a diminuição da quantidade de glóbulos vermelhos ou de hemoglobina no sangue. Pode também ser definida como a diminuição da capacidade do sangue em transportar oxigénio. Quando a anemia é de aparecimento lento, os sintomas são muitas vezes vagos e podem incluir fadiga, cansaço, falta de ar ou diminuição da capacidade de realizar exercício físico. Quando é de aparecimento rápido os sintomas são mais evidentes, incluindo estado de confusão, sensação de desfalecimento, perda de consciência ou aumento da sede. Só quando a progressão da doença é significativa é que a palidez se torna evidente. Os restantes sintomas dependem da causa subjacente à anemia.
O consumo de alimentos ricos em ferro é essencial para a prevenção da anemia por deficiência de ferro. Importante diferenciar entre alimentos contendo ferro na forma heme (origem animal) e não-heme (origem vegetal), sendo que os primeiros têm maior aproveitamento (em torno de 30%) que os últimos (em torno de 10%). Há importante relação da absorção do ferro com a dieta, com fatores contribuintes para sua maior absorção (pH ácido do estômago, vitamina C, proteína da carne) e os que a prejudicam (cereais - efeito quelante, chás, café, refrigerantes, proteína do leite e do ovo).
O tratamento deve ser direcionado à causa de base, ou seja, à condição que leva ao quadro anêmico. Podem ser usados suplementos de sulfato de ferro, fumarato de ferro ou gluconato ferroso em comprimido, em soro ou associado a uma transfusão de sangue dependendo da gravidade, urgência e da causa. É importante investigar as causas, pois úlceras e cânceres no estômago ou intestinos podem causar perda de sangue e levar a anemia. Faltas de outras vitaminas e sais minerais também podem resultar em falta de ferro no sangue.

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Refluxo tem conserto?

Gastrite é a inflamação do revestimento do estômago. A doença pode ser aguda ou crónica. O sintoma mais comum é dor na parte superior do abdómen. Os outros sintomas incluem náuseas, vómitos, sensação de dilatação abdominal, perda de apetite e azia. Muitas pessoas não manifestam sintomas. Entre as complicações comuns estão hemorragias, úlceras e tumores no estômago. Quando a doença tem origem autoimune, a falta de vitamina B12 pode diminuir a quantidade de glóbulos vermelhos, uma condição denominada anemia perniciosa.
Exames necessários:
Na gastrite aguda, baseando-se na história clínica, sendo em geral desnecessário exames. Na suspeita de complicações, como a hemorragia, a endoscopia digestiva alta é o exame indicado. A endoscopia é um exame que permite ao médico ver diretamente a mucosa, mostrando alterações sugestivas de algum tipo de gastrite. Entretanto, 40% dos casos de gastrite crônica nada mostram. Por isso, considera-se que o diagnóstico das gastrites crônicas é, fundamentalmente, histológico, ou seja, pelo exame microscópico de fragmentos da mucosa colhidos por pinça de biópsia que passa através do próprio endoscópio.

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Hipertensão é uma doença silenciosa

17 de maio - dia mundial da hipertensão
Hipertensão arterial é uma doença crónica em que a pressão sanguínea nas artérias se encontra constantemente elevada. A doença geralmente não causa sintomas. No entanto, a longo prazo é um dos principais fatores de risco para uma série de doenças graves como a doença arterial coronária, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, doença arterial periférica, incapacidade visual, doença renal crónica e demência.
A hipertensão raramente é acompanhada de outros sinais ou sintomas, e o seu diagnóstico usualmente acontece depois de um rastreio ou durante uma consulta médica por outros problemas. Uma parte significativa de hipertensos revela sofrer de dores de cabeça sobretudo na occipital (parte posterior da cabeça) e durante a manhã, assim como vertigens, zumbidos, distúrbios na visão ou mesmo episódios de desmaio.
A maior parte das complicações que a pressão arterial elevada acarreta é experienciada por indivíduos que não estão diagnosticados como hipertensos. Deste modo, torna-se necessária a adopção de estratégias de redução das consequências da pressão arterial elevada e reduzir a necessidade de terapias à base de fármacos anti-hipertensivos. Antes de se iniciar qualquer tratamento, recomenda-se alterações do estilo de vida de modo a reduzir a pressão arterial. Como meio de prevenção primária da hipertensão, as orientações de 2004 da Sociedade Britânica de Hipertensão, em consonância com as definidas já pelo Programa Educativo para a Alta Pressão Sanguínea dos Estados Unidos em 2002 recomendam as seguintes alterações ao estilo de vida:
- Manter o peso ideal - Reduzir o consumo de sódio - Praticar atividade física - Limitar o consumo de álcool - Dieta rica em frutas e vegetais

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Tireoide

25 de maio - Dia internacional da tireoide
A tiroide (português europeu) ou tireoide (português brasileiro) AO 1990 (do grego θυρεός thyreos "escudo", devido ao seu formato) é uma das maiores glândulas endócrinas do corpo. Ela é uma estrutura de dois lobos localizada no pescoço (em frente à traqueia) e produz hormônios, principalmente tiroxina (T4) e triiodotironina (T3), que estimulam o metabolismo e afetam o aumento e a taxa funcional de muitos outros sistemas do corpo. O iodo é um componente essencial tanto do T3 quanto do T4. A tireoide também produz o hormônio calcitonina, que possui um papel muito importante na homeostase do cálcio. O hipertireoidismo (tireoide muito ativa) e hipotireoidismo (tireoide pouco ativa) são os problemas mais comuns da glândula tireoide.
A glândula tiroide é uma importante glândula endócrina, responsável pela produção de tiroxina (T4), triiodotironina (T3) e por calcitonina. Está localizada na região anterior do pescoço posteriormente aos músculos esterno-tiroideu e esterno-hioideu, ao nível das vértebras C5 e T1, pesando cerca de 15-30 g. É formada por dois lobos laterais unidos na linha médio por um istmo; esta glândula é revestida por uma cápsula fibrosa (emite septos para o seu interior) que se liga à cartilagem cricoide e anéis traqueais superiores por tecido conjuntivo denso, com origem na camada pré-traqueal da fáscia cervical profunda. Cada lobo lateral tem uma base (ao nível do 5º anel traqueal), um ápice e 3 superfícies – ântero-lateral, póstero-lateral e medial. Em cerca de 40% dos indivíduos é possível observar um lobo piramidal que se dirige superiormente a partir do istmo da tiroide, unido ao osso hioide por um espessamento fibroso.
Doenças:
Hipertiroidismo (tireotoxicose) - níveis excessivos de hormônio tiroidiano.
Doença de Graves - tireotoxicose autoimune.
Hipotiroidismo - níveis insuficientes de hormônio tiroidiano.
Cretinismo - hipotiroidismo na criança.
Mixedema - hipotiroidismo no adulto.
Tiroidite de Hashimoto - hipotiroidismo autoimune.
Bócio - qualquer aumento do tamanho da tireoide é chamado de bócio.
Tumores da tireoide - neoplasias e cancros da tireoide.
A tireoide pode ser acometida de enfermidades correlacionadas com o meio ambiente. O consumo excessivo de fluoretos, a deficiência de iodo, vitaminas e desnutrição, contribuem para o aparecimento do Hipotiroidismo. Problemas na tireoide podem também causar perda de memória. Se você tem, ou suspeita ter, essa enfermidade comum, evite os fatores de risco e converse com seu médico sobre o tratamento.
Há ainda uma relação com a diabetes.Os problemas tireoidianos podem estar mais presentes em pacientes com diabetes do tipo 1: a estimativa de problemas na tireoide é de 23% para pacientes com diabetes tipo 1 e 11% para portadores de diabetes tipo 2. Por isso, o portador de diabetes deve fazer, frequentemente, exames de tireoide.